RSA TechConsultoria e Engenharia

Serviços

Operação de nuvem e SRE

Assumimos a plataforma depois que ela entra em produção: tiramos o peso da operação manual, instrumentamos o que ninguém está olhando e tornamos mudança e deploy movimentos seguros.

Uma plataforma operável exige mais do que infraestrutura funcionando. A diferença aparece na primeira madrugada de indisponibilidade, quando o time descobre o que não está instrumentado e o que não tem caminho de volta.

Operação aqui é engenharia, não plantão. Definimos objetivos de confiabilidade, instrumentamos os sistemas, automatizamos processos e estruturamos a resposta a incidentes para que a plataforma possa ser operada de forma previsível.

Resultado

Menos operações manuais, mudanças mais seguras e uma plataforma preparada para operar em escala.

O que fazemos

  • Observabilidade

    Instrumentamos métricas, logs e rastros com OpenTelemetry, que mantém a instrumentação independente de quem coleta e de quem armazena. As métricas vão para Prometheus e a leitura acontece em Grafana, com logs e rastros em Grafana Loki e Grafana Tempo ou em Amazon OpenSearch Service, e o alerta saindo do Alertmanager. Container Insights e CloudWatch Application Signals entram onde a integração nativa com a AWS poupa trabalho de coleta.

  • Confiabilidade

    Definimos SLIs e SLOs com quem responde pelo produto e acompanhamos em Service Level Objectives do CloudWatch, com orçamento de erro decidindo o que pode entrar em produção.

  • Gestão de incidentes

    Montamos classificação de severidade, papéis, canal de comunicação e revisão pós-incidente sem procura de culpado, com cada achado entrando no backlog com dono definido.

  • Mudança segura em produção

    Colocamos Amazon EKS em produção com deploy canário e blue/green, esteira de promoção entre ambientes, políticas como código e detecção de desvio.

Como trabalhamos

  1. Levantamos a operação atual

    O que é monitorado, o que gera alarme, quanto ruído esse alarme produz e quais mudanças ainda dependem de alguém logado no console.

  2. Instrumentamos antes de automatizar

    Métrica, log e rastro nos caminhos críticos, para qualquer automação posterior ter em que se apoiar. A stack fica gerenciada em Amazon Managed Service for Prometheus e Amazon Managed Grafana ou autogerida no cluster, e essa escolha se decide por custo e por esforço de sustentação, independente de preferência técnica.

  3. Acordamos os objetivos de confiabilidade

    SLIs e SLOs escritos junto do time de produto, com orçamento de erro explícito. Alarme que não aponta para um objetivo é ruído.

  4. Exercitamos a resposta a incidente

    Runbooks escritos, papéis atribuídos e o fluxo exercitado antes de precisar dele valendo.

  5. Deixamos o time pronto para operar

    A equipe interna conduz o incidente, revisa o que aconteceu e ajusta alarme e SLO sem depender da RSA Tech a cada ocorrência.

Serviços AWS e ferramentas envolvidas

  • OpenTelemetry
  • Prometheus
  • Grafana
  • Amazon Managed Service for Prometheus
  • Amazon Managed Grafana
  • Grafana Loki
  • Grafana Tempo
  • Amazon OpenSearch Service
  • Alertmanager
  • Container Insights
  • CloudWatch Application Signals
  • CloudWatch Service Level Objectives
  • Amazon EKS
  • AWS Systems Manager
  • Terraform

Onde normalmente entramos

  • A operação depende de pessoas

    Ambientes onde incidentes, deploys e tarefas operacionais ainda dependem de intervenção manual ou de profissionais específicos.

  • A plataforma cresceu, mas a operação não acompanhou

    Times de engenharia que precisam estruturar observabilidade, confiabilidade e resposta a incidentes sem criar uma camada adicional de complexidade.

  • Produção precisa de mais previsibilidade

    Sistemas críticos que precisam reduzir o impacto de incidentes, acelerar a recuperação e tornar mudanças mais seguras.

Fale com a gente

Enviar mensagem